Cientistas norte-americanos desenvolveram um remédio que pode interromper o desenvolvimento de diabetes do tipo 1 em seres humanos
Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, criaram uma pílula que pode parar o desenvolvimento de diabetes do tipo 1 em ratos.
Se funcionar em seres humanos, ela poderá substituir as injeções de insulina em pacientes com a doença.
Atualmente, o diabetes afeta cerca de 13,4 milhões de pessoas no Brasil.
O país é o quarto no mundo com o maior número de diabéticos — atrás somente da China, Índia e Estados Unidos.
Os antidiabéticos disponíveis no Brasil são:
- Secretagogos de insulina:
- Sulfonilureias – Clorpropramida, Glibenclamida, Glicazida, Glipizida e GlimepiridaMetiglinidas – Repaglinida e Nateglinida
- Inibidores de DPP-IV:
- Vidagliptina, Sitagliptina, Saxagliptina e Linagliptina
- Incretinomiméticos:
- Exenatida e Liraglutida
- Sensibilizadores de insulina:
- Biguanidas – Metformina
- Tiazolidinedionas:
- Pioglitazona
- Moduladores da absorção de nutrientes no trato gastrointestinal:
- Inibidores da alfa-glicosidase - Acarbose
- Secretagogos de insulina:
- Medicamentos que promovem o aumento da secreção de insulina pelas células beta do pâncreas.
- Sulfonureias:
- Essa classe de medicamentos tem duas funções:
- Estimular o pâncreas a produzir mais insulina;
- Ajudar o organismo a utilizar a insulina que produz
A Pílula de Insulina
A molécula de insulina é facilmente destruída pelos fortes ácidos do nosso sistema digestivo.
Por isso é que não existem até hoje as tais pílulas.
Por isso é que não existem até hoje as tais pílulas.
A Rani Therapeutics, porém, garante que resolverá este problema.
Segundo a empresa, ela conseguiu desenvolver uma pílula de insulina que passa incólume pelo estômago, sendo absorvida quando entra em contato com as paredes do intestino delgado.
Foi a partir da análise de tecidos pancreáticos que eles descobriram que o órgão tem um acúmulo significativo de ácido hialurônico nos primeiros estágios da doença.
Segundo Bollyky, o ácido hialurônico estava impedindo que as células T chegassem ao pâncreas e defendessem o corpo.
Assim, para impedir a produção do ácido, eles desenvolveram uma droga chamada de hymecromone, que já é usada na Ásia e na Europa para o tratamento de cálculos biliares.
O Google anunciou que investirá mais de R$23 milhões em uma nova empresa ( Rani Therapeuthics ), que promete revolucionar a maneira como milhões de diabéticos em todo o mundo cuidam da saúde, que trabalha no desenvolvimento de uma pílula de insulina
Segundo a empresa, ela conseguiu desenvolver uma pílula de insulina que passa incólume pelo estômago, sendo absorvida quando entra em contato com as paredes do intestino delgado.
Foi a partir da análise de tecidos pancreáticos que eles descobriram que o órgão tem um acúmulo significativo de ácido hialurônico nos primeiros estágios da doença.
Segundo Bollyky, o ácido hialurônico estava impedindo que as células T chegassem ao pâncreas e defendessem o corpo.
Assim, para impedir a produção do ácido, eles desenvolveram uma droga chamada de hymecromone, que já é usada na Ásia e na Europa para o tratamento de cálculos biliares.
Aprovação
Antes de a droga ser aprovada, os cientistas querem reformular para que ela possa ser tomada apenas uma vez por semana.
Afinal, se a pílula fosse vendida agora, o paciente teria que toma-la várias vezes ao dia pelo resto de suas vidas.
A principal atração de uma pílula de insulina, além de evitar as injeções, é que ela se aproxima muito mais do caminho de uma insulina natural, que é produzida no pâncreas e vai diretamente para o fígado. ORMD-0801 passa à partir do intestino para o fígado, enquanto que a insulina injetada circula por todo o corpo antes que chegue lá.
Produção
O Google anunciou que investirá mais de R$23 milhões em uma nova empresa ( Rani Therapeuthics ), que promete revolucionar a maneira como milhões de diabéticos em todo o mundo cuidam da saúde, que trabalha no desenvolvimento de uma pílula de insulina
Dentre as concorrentes, a mais avançada é a empresa israelense Oramed, que já possui um protótipo da pílula em estágios avançados de testes clínicos.
O resultado é susceptível de surpreender muitos céticos que não acreditam que a insulina poderia ser entregue por via oral, porque eles duvidavam que ela pudesse sobreviver ao ataque dos sucos digestivos os quais poderiam anular o efeito pretendido.
A Oramed usa um revestimento de proteção e uma dose alta o suficiente de insulina de modo que a maior parte dela possa ser destruída e ainda assim fornecer uma quantidade clinicamente benéfica do hormônio.
Além delas, entram na briga as gigantes farmacêuticas Novo Nordisk, a norte-americana Bristol-Myers Squibb e a indiana Biocon.
O Google acredita que, em um futuro recente, no qual a ideia de se injetar a fim de ter mais insulina em circulação, soará bastante absurda, uma vez que existirão pílulas que fazem o mesmo serviço, sem dores nem complicações.
Será que podemos contar com isto ou trata-se de algo muito bom para ser verdade?
Fonte:
http://www.oramed.com
Imagem:
https://www.israel21c.org
Comentários
Postar um comentário